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06 julho 2021

Justiça nega ação do MP que pedia transferência de chimpanzés no zoo de Sorocaba para santuário


OPINIÃO:
condenados à prisão sem cometer nenhum crime e sentenciados a serem ainda mais explorados para descontrair meia dúzia de visitantes. Qual seria a utilidade da Justiça se ela não parece nem um pouco justa? 

A Justiça negou a ação civil pública apresentada pela promotoria de Sorocaba (SP) a favor de dois chimpanzés abrigados temporariamente no Zoológico Quinzinho de Barros. O Ministério Público pedia para que os animais fossem levados permanentemente ao Santuário dos Primatas, que também fica na cidade.

Os dois chimpanzés são a fêmea Kelly e o macho Paulino. Kelly chegou ao zoo em 2020. Ela vivia em um parque de Santa Catarina e foi levada para o zoológico para ficar temporariamente para fazer companhia ao macho do Rio de Janeiro.

Os dois devem ficam no zoológico até o fim das reformas dos parques de origem. A Justiça considerou que como os animais não pertence ao município e são propriedades de parques particulares, e que não cabe a ação. O promotor responsável pela ação, Jorge Marum, disse que já entrou com recurso.

O caso

Em 12 de novembro de 2020, a chimpanzé Kelly mobilizou cerca de 40 pessoas do Corpo de Bombeiros, Guarda Civil, Polícia Ambiental e Secretaria do Meio Ambiente após escapar do recinto. O animal não chegou a sair do zoológico e foi capturado pela equipe de veterinários do local.

Kelly estava em um recinto com outro chimpanzé quando escapou na hora em que o tratador foi entregar a alimentação. Ela andou pelo espaço e subiu em uma árvore.

Durante a operação de resgate, foi feito isolamento do parque, com interrupção da entrada de visitantes.

Duas horas depois, Kelly acabou entrando no recinto vizinho, onde ficam dos babuínos. Eles foram isolados, e chimpanzé ficou ali acompanhada por veterinários.

Segundo a prefeitura, houve a tentativa de uma contenção química com aplicação de dardo, mas o tranquilizante não foi injetado por completo.

O recinto

Segundo um laudo de 28 de julho do recinto onde estava Kelly, que anteriormente era do macaco Black – transferido para um santuário -, o local pode abrigar mais de um animal e possui arbustos, cupinzeiro artificial, rede com mangueira de bombeiro, substrato em grama e terra.


Contudo, o recinto, segundo o laudo, seria vulnerável ao barulho produzido por visitantes, mas teria a área de refúgio em caso de assédio do público. O registra cita que a limpeza era feita com água e sabão e varrição na área externa.

A distância do visitante para a área de recinto é de cerca de 8,5 metros, 7 metros do centro do recinto e 11 metros da rede.

Fonte: G1 

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